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Antigamente qualquer farmacêutico, no ramo terapêutico

Era um bom doutor.

E veja agora, como era tão simples

O receituário do velho Boticário.

Catuaba e vassourinha de botão,

Raiz de fedegoso e semente de jerimum,

Depois misture e tome tudo em jejum.

Mas hoje em dia tudo é diferente,

Quando a gente está doente é o doutor quem avalia.

Ainda ontem fui ao senhor doutor,

Pedir pra ele arranjar remédio pra minha dor.

Ele depois de ver meus sofrimentos,

Pegou nos instrumentos e assim me receitou:

Pra garganta, tome penicilina,

Se as costas lhe doem, tome estreptomicina,

Pra intestino preso, tome terramicina,

Eu me afobei, tomei uma cachaçolina.

Composição : Nivaldo Lima/Jackson do Pandeiro

La Belle Verte

O título acima pertence a um belíssimo filme francês que é uma crônica sarcástica sobre nossos comportamentos brutalizados. O filme trata da vinda a Terra de uma alienígena de 150 anos, chamada Mila, oriunda de um planeta adiantadíssimo, verdadeiro “sonho”.

Duas das melhores cenas são quando Mila passa na porta de um açougue e quando vê um baton e quer saber para o que serve.

É um filme imperdível.

http://www.youtube.com/watch?v=TTTgefnY6hA

Médicos homeopatas há muito alertam que vacina nem sempre faz bem, que é importante avaliar a relação entre o risco da enfermidade que se quer prevenir e os efeitos adversos que podem resultar da vacinação. Existem efeitos que podem ser imediatos e outros que são de longo prazo. Neste sentido, consideram pertinente o debate no meio científico acerca de uma “epidemia de autismo” e a possível relação com vacinas aplicadas na primeira infância.
Casos relatando efeitos adversos são numerosos, embora a maioria da população não saiba. Muito pelo contrário, é corrente em todo mundo que os agentes públicos orientem a população a nunca deixar de tomar a vacina no momento das campanhas. É comum informarem a população que podem tomar vacina, mesmo se estiver alguma alteração do estado de saúde.
Vacina é a grande panaceia da Medicina moderna, solução para tudo. No caso de uma enfermidade nova logo se apregoa que a novidade virá e irá redimir todos os riscos. Com enfermidades clássicas, e disseminadas por todo o mundo, como malária, dengue, AIDS etc., não é diferente, sempre nos informam da iminência da novidade salvadora.
Agora uma sucessão de episódios públicos nos obriga a refletir. Semana passada a presidente Dilma Roussef apareceu em todos os noticiários do país inaugurando a campanha de vacinação da gripe. Esta semana a notícia é que está com pneumonia. Segundo o médico porta-voz da notícia um fato não tem relação com o outro, ela vinha gripada desde a viagem à China, justificando o quadro atual.
Frente a isso as perguntas que não querem calar são: “Se vacina da gripe não causa pneumonia, porque a população criou este mito?, “Se a vacina da gripe pode ser administrada em todas as pessoas, mesmo se estiverem com sintomas de gripe, será coincidência a pneumonia da presidente da república e a vacinação uma semana antes?
Se você conhece algum caso, ou já passou pela experiência de “ficar doente após vacinação”, mande o seu caso para o “Fale Conosco do Ecomedicina”. No caso de recebermos muitas notificações vamos provocar um debate sobre este tema.
Hylton Sarcinelli Luz, presidente da Ação pelo Semelhante

Fonte: http://www.ecomedicina.com.br/site/conteudo/destaque24.asp

 

Quando quiser me visitar fique a vontade, mas lembre-se:
01 – Lembre-se de que o cachorro vive aqui, você não.
02 – Sim, ele tem hábitos desagradáveis. Eu também, assim como você. E daí?!
03 – CLARO que ele cheira a cachorro… Já percebeu como nós, humanos, cheiramos ao final de um dia de trabalho? Coloque-se no lugar de alguém que tem um olfato 400 vezes mais sensível que o seu e sempre o receberá com explosões de carinho no retorno ao lar.
04 – É da natureza dele tentar cheirar você. Por favor, sinta-se à vontade para cheirá-lo também.
05 – Se existisse algum risco do cachorro mordê-lo, eu não o deixaria se aproximar de você. Porém, não posso impedi-lo de responder a agressões que podem ocorrer até em pensamento, seja para com ele, seja para comigo a quem devota fidelidade. Os animais percebem, tenha certeza.
06 – Se um cachorro tentar lambê-lo é porque aprova sua presença e quer demonstrar isso carinhosamente a você; e lembre-se que cachorros não mentem ou fingem. Você já tentou beijar alguém e recebeu em troca um empurrão?
07 – Aqui cachorro recebe os devidos cuidados veterinários, alimentação sadia e cuidados higiênicos.
08 – Sua companhia é altamente recomendada pelos médicos, e a maioria das doenças que contraímos ao longo da vida com certeza nos são transmitidas por outros humanos.
09 – Há diversas situações nas quais cachorros são preferíveis a pessoas (eu gosto deles mais do que da maioria das pessoas). Afinal de contas, sempre podemos confiar inteiramente em sua fidelidade e sinceridade.
10 – Para você ele é um simples cachorro. Para mim é pequeno filho adotivo que anda de 4 e não fala tão claramente.
11 – Eu não tenho problema em nenhum desses pontos. E você?
12 – Seja bem-vindo. Volte sempre que quiser.
Autor desconhecido

Sabemos todos que o pensamento é onda de vida criadora, emitindo forças e atraindo-as, segundo a natureza que lhe é própria.
Fácil entender, à vista disso, que nos movemos todos num oceano de energia mental.
Cada um de nós é um centro de princípios atuantes ou de irradiações que liberamos, consciente ou inconscientemente.
Sem dúvida, a palavra é o veículo natural que nos exprime as idéias e as intenções que nos caracterizem, mas o pensamento, em si, conquanto a força mental seja neutra qual ocorre à eletricidade, é o instrumento genuíno das vibrações benéficas ou negativas que lançamos de nós, sem a apreciação imediata dos outros.
Meditemos nisso, afastemos do campo íntimo qualquer expressão de ressentimento, mágoa, queixa ou ciúme, modalidades do ódio, sempre suscetível de carrear a destruição.
Se tens fé em Deus, já sabes que o amor é a presença da luz que dissolve as trevas.
Cultivemos a caridade do pensamento.
Dá o que possas, em auxílio aos outros, no entanto, envolve de simpatia e compreensão tudo aquilo que dês.
No exercício da compaixão, que é a beneficência da alma, revisa o que sentes,o que desejas, o que acreditas e o que falas, efetuando a triagem dos propósitos mais ocultos que te inspirem, a fim de que se traduzam em bondade e entendimento, porque mais dia menos dia, as nossas manifestações mais íntimas se evidenciam ou se revelam, inelutavelmente, de vez que tudo aquilo que colocarmos, no oceano da vida, para nós voltará.

Francisco Cândido Xavier

No Ramayana, uma das grandes epopéias indianas, conta-se a história do príncipe Rama, um jovem cheio de virtudes.
A esposa de Rama, Sita, fora sequestrada pelo perverso Ravana.
Ajudado por ursos e macacos, o valente Rama tentava construir uma ponte até à ilha de Lanka, onde viviam Ravana e a prisioneira Sita.
Os ursos carregavam pesadas árvores e os macacos traziam pedras.
Mas, não havia trabalho para um grupo de esquilos. Pequeninos, sem muita habilidade, eles apenas conseguiam pôr alguns grãos de areia na ponte que se formava.
Os esquilos faziam assim: molhavam-se na água e depois rolavam na areia.
Os grãos de areia grudavam no pêlo e eles corriam até à ponte. Ali, sacudiam a areia sobre a construção.
Narra a história que os outros bichos riam dos esquilos e desprezavam suas tentativas de colaborar.
E os esquilos se sentiam humilhados porque seus esforços não eram valorizados.
Alguém resolveu contar a Rama o gesto dos esquilos. Esperava que Rama também risse dos bichinhos ingênuos.
Venha vê-los,Rama, venha se divertir também com esses esquilos tolos!
Mas Rama observou os animaizinhos, que rolavam na areia, enquanto todos à sua volta haviam parado o trabalho para rir.
Gentilmente, ergueu um deles do solo. Acariciou-lhe a pelagem e disse,com amor:
Um dia, todos ouvirão falar sobre a ponte para Lanka. Louvarão o esforço dos ursos e dos macacos, mas eu sou grato a todos os que trabalham. E você, pequenino, tem minha eterna gratidão.
E, diante de todos que olhavam a cena, o príncipe Rama deu um presente ao esquilo.
Acariciou-lhe as costas e seus dedos ali deixaram três listras brancas.
Esta, pequenino, é a marca de minha gratidão, disse Rama.
Todo o Ramayana é composto de histórias como esta, que trazem um profundo ensino moral.
Esta nos faz refletir sobre gratidão, generosidade e, principalmente, a importância do trabalho.
Por mais humilde e obscuro que seja, cada um de nós tem um papel muito importante no Mundo.
Aparentemente, outros são mais importantes, contribuem mais, têm tarefas maiores. Aparentemente.
Mas lembremos, por um momento, a falta que fazem porteiros, vigias, garis, faxineiras, empregados domésticos.
Todos são muito importantes. São homens e mulheres que se esforçam para ganhar o pão de cada dia, tantas vezes regado com lágrimas que ninguém vê.
Para Deus, todo esforço é válido, todo trabalho é digno, todo trabalhador merece recompensa. A medida do Mundo não é a medida Divina.
É que Deus, que conhece a nossa alma, sabe avaliar com exatidão o nosso esforço, capacidade e talentos.
Ele sabe que o que é simples e fácil para um, pode exigir muito de outro.
E Deus, que também vê no silêncio e na solidão, acolhe e ama cada trabalhador pequenino neste Mundo tão vasto.
Que cada um de nós possa ver os trabalhadores do Mundo sob a lente do imenso amor Divino.
Redação do Momento Espírita

Como o riacho veloz conhece sua fonte,
Assim tu deves conhecer teu próprio ser.
Como o manso lago azul cuja profundidade nenhum homem conhece,
Assim deve tua profundidade ser insondável.
Como os mares contém uma multitude de coisas vivas,
Assim estão em ti os segredos escondidos dos mundos.
Como na encosta da montanha,
Nas várias altitudes, diferentes flores crescem,
Assim em ti existem gradações de beleza.
Como a terra é cheia de tesouros escondidos que o homem jamais viu,
Assim em ti há segredos ocultos, desconhecidos de ti mesmo.
Como os ventos possuem uma força imensa e inesgotável,
Assim em ti se encontra uma grande e invencível energia.
Como os cumes das montanhas dançam à luz do sol,
Assim tu deves dançar à luz do conhecimento de ti mesmo.
Como existe uma visão que sempre vai mudando na trilha tortuosa da montanha,
Assim em ti há uma constante revelação.
Como a estrela distante que cintila na noite escura,
Assim é aquele que descobriu a si próprio”.

Krishnamurti

Procuram-se pessoas que saibam que…

…ser é mais que parecer
…amar não é só um sentimento, e sim um jeito de tratar a pessoa amada.
…quando um dos dois perde, todos perdem juntos.
…é melhor uma derrota honesta do que uma vitória sem escrúpulos.
…pedir desculpas engrandece a alma.
E que sejam capazes de …
…chorar de saudade.
…vibrar com uma noite estrelada.
…aprender com o sorriso da criança.
…falar de Deus com alegria no coração.
Procuram-se pessoas simples, com olhar sincero e coração grande.
HERÓIS DE VERDADE…
O tipo de gente que não precisa de aplauso para ter uma noite de sono em paz!”
Roberto Shinyashiki

Vivemos num globo que turbilhona vertiginosamente no espaço e cuja posição está marcada em algum lugar do grande céu entre Vênus e Marte. Há neste fato alguma coisa que provoca o riso, mas que também dá o que pensar. Embora a distância que nos separa desses dois astros seja tão imensa que confunde a imaginação, o homem a calculou com uma exatidão surpreendente e no entanto esse homem é incapaz de medir o alcance da sua própria mente! Ele é um mistério para si próprio, um enigma que permanece insolúvel até a hora em que o frio abraço da morte chegue, gelando seus ombros…
Não há nisso uma ironia? Pensar que a alma do homem é menos acessível às pesquisas do que a terra onde mora! Não é surpreendentemente estranho que o homem esteja tão absorvido em estudar a face do mundo que só em época relativamente recente haja pensado em conhecer o mundo que está nele?
Por que ele se preocupa tanto com a marcha do universo que, além do mais, não cabe a ele dirigir, enquanto ele deve dirigir-se a si mesmo?
O sistema solar gira muito bem sem sua ajuda…Vive! Morre! O universo não se alarma, nem se altera…escreveu Zangwill, o inteligente e sábio pensador.
O homem porém não aprecia muito essa verdade mordaz, porque sabe mais coisas sobre o funcionamento do seu automóvel do que do seu próprio ser. No entanto, os antigos ensinaram e sábios do nosso tempo confirmaram que no imo da consciência existe um veio do mais puro quilate, veio de ouro resplandecente!
Não será então mais sábio se fizermos dessa busca nosso primeiro cuidado?
Comparados com outros resultados já obtidos, a Ciência tem pouca noção no que diz respeito ao homem. Descobriu como temperar metais, lançar bombas de meia tonelada sobre cidades vizinhas e mil outras coisas de menor relevância. A descoberta da Física conheceu, durante os três últimos séculos, uma aceleração estupenda, enquanto o conhecimento sobre o homem permanece ainda na retaguarda. Sabemos construir pontes gigantescas que atravessam rios volumosos, porém não sabemos dar um passo para resolver esse simples problema: “QUEM SOU EU?”
Nossas locomotivas percorrem terras do mundo inteiro, mas nossa mente não sabe transpor o mistério do homem. Astrônomos chegam a captar com a objetiva de seu telescópio as mais distantes estrelas, mas se nós lhes perguntássemos se conseguiram dominar suas paixões, em resposta baixarão a cabeça, confusos.
Somos cheios de curiosidades em saber tudo a respeito do nosso planeta, mas ficamos indiferentes quando se fala do nosso eu profundo.
Temos acumulado informações extremamente minuciosas sobre cada coisa que vemos, conhecemos, e sobre o funcionamento, a qualidade e a propriedade de todos os corpos e fenômenos terrestres. Mas não conhecemos a nós mesmos!
Até aqueles que se aprofundam em todas as ciências existentes ignoram os rudimentos da ciência do “Eu”. Os cientistas que descobriram o porquê e do como da vida dos micróbios não conhecem o porquê nem o como da sua própria existência! Sabemos o valor de cada coisa, mas ignoramos nosso próprio e inestimável valor!
Enchemos enciclopédias de milhares de páginas com milhões de informações sobre todas as coisas, mas quem pode redigir um compêndio sequer que trate do mistério do seu próprio ser? E por que razão o que mais nos interessa é a nossa própria pessoa? Porque a “pessoa” é a única realidade da qual estamos certos. Todos os fatos da vida que nos rodeiam, todos os pensamentos íntimos do nosso ser só existem para nós quando o nosso “Eu” os percebe. O “Eu” é a última essência… a primeira noção que temos de nós e será a derradeira que conheceremos ao chegarmos a ser sábios.
A verdadeira sapiência, a luz do intelecto, nos vem de dentro da esfera do “Eu”. Não podemos conhecer o mundo e saber acerca das coisas senão através de certos instrumentos e dos nossos sentidos. Todavia, quem os interpreta e os utiliza é o nosso “Eu”. Somos portanto obrigados a reconhecer que o estudo do “Eu” é o mais importante ao qual um pensador deve dedicar-se.
Um sofista, aproximando-se um dia de um sábio da Grécia antiga, queria confundi-lo com perguntas embaraçosas; mas de Mileto mostrou-se à altura das provas e respondeu a todas as perguntas sem vacilar, com a maior exatidão.
Eis as perguntas:
1. Qual é a coisa antiga?
R. Deus – porque sempre existiu.
2. Qual é a coisa mais bela?
R. O universo – porque é a obra de Deus.
3. Qual das coisas é a maior?
R. O Espaço – porque contém tudo o que foi criado.
4. Qual das coisas é a mais constantes?
R. A Esperança – porque perdura no homem mesmo depois de ter ele perdido tudo.
5. Qual e a melhor das coisas?
R. A Virtude – porque sem ela nada pode ser bom.
6. Qual é a mais rápida das coisas?
R. O Pensamento – porque em menos de segundo percorre o Universo.
7. Qual é a mais forte de todas as coisas?
R. A necessidade – porque faz o homem enfrentar todos os perigos da vida.
8. Qual das coisas é mais fácil de fácil de fazer?
R. Dar conselhos.
Porém, quando chegou à nona pergunta, o sábio deu a resposta paradoxal, cujo sentido profundo – tenho certeza – jamais foi compreendido pelo interlocutor imbuído do saber intelectual, bem como para a maioria das pessoas terá apenas um sentido superficial.
A pergunta é esta:
- Qual das coisas é a mais difícil de realizar?
E o sábio milésio lhe respondeu:
“Conhecer-se a si mesmo”.
Esta foi a mensagem de sabedoria dirigida aos homens ignorantes pelos antigos sábios; esta é também a mensagem da nossa época”.

Do livro “O Caminho Secreto”, de Paul Brunton

Somente você é responsável por si mesmo. Ninguém mais pode responder por
seus deveres quando o ajuste final chegar. O seu trabalho no mundo – na
esfera onde o seu karma, sua própria atividade passada, colocou você -
pode ser realizado somente por uma pessoa: você mesmo. E o seu trabalho
pode ser denominado um “sucesso” somente quando, de alguma maneira, servir
aos seus semelhantes”.

Paramahansa Yogananda